sábado, 14 de dezembro de 2013

Recon da área - Parte I

Enquanto o período de inscrições não abre, vamos ao primeiro de uma série de vídeos de reconhecimento da área da ORT II.
Peço desculpas pelas imagens,maior parte do chão mas foi necessário mostrar a dificuldade que é andar em trilha acidentada na mata.Os desafios serão enormes!



domingo, 17 de novembro de 2013

Cuidados com a saúde

O seguinte texto teve trechos retirados do site Amazonarium e a íntegra está em:
http://www.amazonarium.com.br/blog/?p=68
(Por Silvio Marchini)
A floresta amazônica está cercada de estórias e mitos no que se refere aos seus perigos. São cobras gigantescas, onças ferozes, índios cruéis e doenças arrepiantes. Tudo isso dá um tom de aventura à sua viagem, mas tem bem pouco a ver com a realidade.
Certamente existem perigos. Afinal, onde é que eles não existem? Mas para evitá-los, basta usar o bom senso. Siga sempre as recomendações de seu guia, nunca saia sozinho para caminhadas, não se aproxime de animais que você não conhece, e acima de tudo, informe-se. Tente aprender sobre os ambientes que você irá visitar. Leia. Faça perguntas. A informação lhe ajuda a evitar os perigos, assim como a desfrutar mais das belezas da floresta.
Segue uma breve descrição dos principais riscos envolvidos em sua viagem à Amazônia. Essa lista não foi feita para assustar, mas para informar. Estamos seguros de que após sua visita à Amazônia, as cobras gigantescas, as onças ferozes, os índios cruéis e as doenças arrepiantes vão definitivamente pertencer apenas ao reino dos mitos.

Malária. A malária estava associada ao garimpo nos anos 70 e 80. Hoje os maiores focos de dispersão da doença são os assentamentos do INCRA. A malária está associada à pobreza, à falta de saneamento e à degradação ambiental. É muito rara nos centros urbanos. É causada pelo protozoário Plasmodium e transmitida pelo mosquito Anopheles. Causa febre alta, calafrios e dores no corpo. Não existe vacina contra a Malária. A prevenção é feita evitando-se o ataque do mosquito através do uso de repelentes, calças compridas e mangas compridas, especialmente nas horas em que o mosquito é mais ativo (ao amanhecer e ao anoitecer). A profilaxia também pode ser feita com Larium (Mefloquina). A efetividade de Larium, assim como os efeitos colaterais por ele causado (ansiedade, insônia, pesadelos), são alvo de controvérsia entre autoridades de saúde. Para maiores informações sobre Larium consulte seu médico. Para maiores informações sobre malária, visite o site da ANVISA (www.anvisa.gov.br/paf/viajantes/malaria.htm
Febre amarela. Doença rara transmitida por mosquito. Foram registrados 17 casos nas regiões norte e centro-oeste em 2000. Porém é obrigatório tomar vacina até 10 dias antes do embarque. A vacina tem validade de 10 anos. Vacine-se!
Leishmaniose. Transmitida pelo mosquito flebótomo. Causa feridas na pele. Têm cura, mas o melhor é evitá-la através da proteção contra a picada do mosquito.
Hepatite A. É contraída através da ingestão de água contaminada. Evite nadar em áreas urbanas e nunca beba água sem antes ter certeza de que é potável. Mas a melhor prevenção é mesmo a vacina. Vacine-se!
Diarréia. Tem causas variadas. A simples mudança de dieta pode causar diarréia (”diarréia dos viajantes”). Evite alimentos condimentados e oleosos. Açaí e outros frutos de palmeira são oleosos e podem causar diarréia quando ingeridos em excesso. Nunca beba água da torneira, desconfie de frutas e sucos vendidos nas ruas. Em caminhadas e acampamentos, ferva a água a ser consumida por pelo menos 10 minutos ou use cloro ou iodo como esterilizantes. Use o bom senso.
Cobras. A Amazônia tem cobras venenosas como a surucucu e a jararaca. Elas têm hábitos noturnos e raramente são vistas durante o dia. Jibóias e sucuris (anacondas) são grandes, mas não-venenosas. Você muito dificilmente vai ver qualquer uma delas cruzando seu caminho. Como cuidado nunca é demais, preste atenção quando saltar sobre troncos caídos: cobras costumam se enrolar por ali. No caso (muito improvável) de picada, fique calmo (é difícil, mas tente). Não faça cortes ou perfurações sobre a área afetada. Não chupe a ferida com a boca. Procure um médico.
Aranhas, escorpiões e lacraias. A Amazônia tem as maiores aranhas do mundo: as caranguejeiras. Peludas e assustadoras, as caranguejeiras são no entanto inofensivas. Porém, não as toque pois seus pêlos podem causar irritações na pele. As demais espécies de aranhas da Amazônia tampouco oferecem risco. Escorpiões e lacraias são perigosos. Para evitar acidentes com escorpiões e lacraias, evite levantar troncos ou pedaços de madeira caídos. Picadas de escorpião e lacraias causam dor, mas não são fatais.
Formigas. Estão por toda parte. É o animal mais comum da Amazônia. São centenas de espécies, mas bem poucas podem lhe fazer mal. Fique longe das tucandeiras: formigas negras e brilhantes, grandes e geralmente solitárias. Elas ferroam (assim como vespas) e a ferroada pode ser extremamente dolorida.
Vespas. São comuns e inconvenientes. Algumas fazem ninhos na parte de baixo de folhas ao longo das trilhas. Você vai saber disso quando esbarrar desprevenidamente em uma dessas folhas. As picadas são doloridas, mas as colônias são geralmente pequenas e portanto o número de picadas que você pode levar não porão em risco sua vida. ATENÇÃO: se você é alérgico à picadas de vespas e abelhas, comunique isso ao seu guia e tome cuidado redobrado. Tenha sempre pomadas (ex. Cremefenergan) e comprimidos antihistamínicos para o caso de reações alérgicas.
Arraias. Agora começamos a falar de animais realmente perigosos. Acidentes com arraias são mais comuns do que muita gente imagina. E a dor da ferroada é muito pior do que qualquer pessoa possa imaginar. Arraias são peixes achatados que vivem junto ao piso dos rios e lagos da Amazônia. Preferem fundos de lama e águas rasas. São muitíssimo comuns nas praias da Ilha de Marajó, onde se concentram nas águas rasas durante a maré baixa. Possuem sobre a cauda ferrões que injetam veneno em quem quer pise ou chegue perto de pisar sobre elas. O veneno causa dor lancinante e duradoura. Além disso, o veneno é proteolítico, ou seja, destrói proteínas. Isso faz com que a ferida leve muito tempo para cicatrizar. Feridas causadas por acidentes com arraia podem levar mais de 6 meses para cicatrizar. Não existe soro contra o veneno. A boa notícia é que é fácil evitá-las, basta permanecer fora d’água. Caso prefira entrar na água, caminhe sempre arrastando os pés para afugentá-las ao invés de pisar sobre elas. Evite fundos de lama e tome cuidado redobrado durante a maré baixa.
Carrapatos e micuins. Estes sim são mais prováveis de lhe perturbar. Causam coceiras e irritação na pele, especialmente em pessoas alérgicas. Para evitá-los recomenda-se o uso de calças compridas por dentro das meias e camisa por dentro das calças nas caminhadas. Alguns acreditam que talcos contendo enxofre (ex. Polvilho Antisséptico Granado) podem ajudar a prevenir o ataque de micuins. Para aliviar a coceira, use pomadas antihistamínicas (ex. Cremefenergan).
Mosquitos e piuns. Estes deveriam ser a sua maior preocupação (por mais irônico que isso possa parecer). Você VAI ser picado por mosquitos em algum ponto da sua viagem. Em algumas partes da Amazônia eles são chamados de “carapanã”. Carapanãs podem causar malária, leishmaniose, dengue e febre amarela. Evite-os usando mangas e calças compridas e repelente e permanecendo abrigado nas horas em que eles são mais ativos (i.e. amanhecer e anoitecer). Piuns e meruins são nomes regionais para pequenas moscas parentes dos borrachudos do litoral paulista. Mordem para se alimentar de sangue, deixando uma pequena e dolorida ferida. Piuns e meruins não transmitem doença, mas podem ser extremamente inconvenientes em certas partes da Amazônia (ex. Acre e manguezais da costa paraense). Carapanãs, piuns e meruins são atraídos pelo calor e pelos odores da pele. Porisso atacam com menor verocidade após o banho. Tome muito banho e tenha repelentes sempre à mão.

E o mais importante: HIDRATE-SE MUITO BEM!!BEBA BASTANTE ÁGUA!


sábado, 16 de novembro de 2013

Divisão de Equipes

Para a Operação Rio Traíra II as equipes serão divididas, a princípio, da seguinte forma:

Seals - MULTICAM ou AOR 1/2 completos (acessórios em armas liberados, capacetes liberados) - 8 operadores

Rangers Colombianos - WOODLAND ou MARPAT completos (acessórios em armas liberados, capacetes liberados) - 6 operadores

Forças Brasileiras -  WOODLAND completo (acessórios em armas liberados, capacetes liberados) - 12 operadores

DEA - loadout PMC (máximo 1 peça camo liberada em padrão diferente das citadas, acessórios em armas liberados, sem capacetes) - 4 operadores

FARCS - calça WOODLAND e camisa VERDE OLIVA (OD) manga longa, braçadeira amarela e vermelha fornecida pela organização do evento (sem acessórios nas armas, sem capacetes) - 20 operadores

Brigada Bolivariana - VERDE OLIVA (OD) completo ou 1 peça camuflada em padrão diferente das citadas com outra peça civil(sem acessórios nas armas, sem capacetes) - 15 operadores

Al Qaeda - loadout CIVIL (sem acessórios nas armas , sem capacetes) - 5 operadores

OBSERVAÇÕES:
1- O número de participantes por equipe pode ser alterado, em razão das inscrições confirmadas, a critério da organização e aviso prévio aos envolvidos.

2- Coletes , chest rigs e assemelhados estão liberados, independente da equipe.

3- Equipamentos de visão noturna estão liberados, desde que não sejam anexados às armas, para as equipes com restrição de equipamento.

4- Artefatos pirotécnicos serão liberados apenas mediante consulta prévia à organização.

5- Nos períodos noturnos as lanternas anexadas às armas serão liberadas para todas as equipes, em razão de aumento da segurança do participante ao deslocar-se pelo cenário do jogo.Para as equipes com restrição de equipamentos, a norma vigora apenas no período noturno.

6- O uso de rádio será liberado para todas as equipes, com  suas frequências e canais previamente divididos e informados pela organização.

7- O uso de lâminas utilitárias (canivetes e facas) é liberado apenas para uso em situações de interação com o ambiente (abrir trilhas na mata,cortar galhos e cipós ou cordas ainda no reparo de equipamentos) ou uso em situações de emergência (acidentes com animais peçonhentos,por exemplo).Seu uso é vedado em "combate" e a infração é punida com a imediata e sumária exclusão do evento.

8- A organização proverá lâminas tipo "facão" para cada equipe, em quantidade limitada e previamente informada,de forma a auxiliar a preparação de abrigos e obstáculos definidos nas missões a serem cumpridas.Seu uso velado ou ostensivo no loadout dos jogadores é terminantemente proibido.

9- Para efeitos de inscrição, OS PRIMEIROS QUATRO TIMES CONVIDADOS que confirmarem a participação terão direito à escolha de qual equipe da história farão parte.Será considerada inscrição de time o mínimo de 3 membros do mesmo.Abaixo disso será considerada como participação individual,ficando sujeito à alocação em equipe à critério da organização.

10- A proibição de acessórios nas armas, estabelecida em algumas equipes, terá exceção para jogadores na função de DMR ou sniper.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Como chegar,onde ficar em Belém?

Vamos às informações sobre a cidade de Belém, que podem ser úteis para o planejamento da viagem.
Local: Belém-PA

Aeroporto: Internacional de Val de Cans

Companhias aéreas que operam vôos para Belém: TAM, GOL, Azul
O site Submarino Viagens apresenta valores comparativos entre diversas empresas que fazem vôos para Belém:
     Submarino Viagens

Hotéis próximos ao Aeroporto:

 Hotel Vila Rica

   
Endereço: Av. Júlio César, 1777 - Val-de-Cans, Belém - PA, 66613-010

    Telefone:(91) 3210-2000

    http://www.hotelvilarica.com.br/hotel-belem/default-pt.html

 Hotelaria Accor do Brasil (IBIS)

   
Endereço: Val-de-Cans, Belém - PA

    Telefone:(91) 3344-5650

    http://www.accorhotels.com/pt/hotel-5631-ibis-belem-aeroporto/index.shtml

 Tulip inn Hangar
   
Email: hangar.reservas@goldentulip.com.br
    Telefone: (91) 3182 3700
    Fax: (91) 3342 2123
    Endereço: Avenida Duque de Caxias, 2651
    Belém – PA – Brasil – 66093-030
    http://www.tulipinnhangar.com/contate-nos.150074.aspx

Clima: Equatorial , quente e úmido ( quase 98% em algumas épocas do ano), Temperatura média na época do jogo fica em 26º, podendo chegar a 35ºC. Na época do evento ocorre o maior índice pluviométrico da região ( nada que inviabilize o jogo ou o uso das AEG´s).

Obs: Aos participantes será enviada, privadamente, mapa com trajeto do aeroporto ao local de jogo.Estamos estudando a disponibilização de transporte até o local de jogo, a partir de um ponto de concentração previamente determinado aos participantes.Isso será confirmado e divulgado o mais rápido possível.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Normas e Regras de Real Action Aplicadas ao Airsoft

Como foi informado anteriormente, a Operação Rio Traíra II seguirá o formato de regras de Real Action. A maioria dos participantes convidados já tem conhecimento destas regras, mas compartilho para quem não conhece o seguinte compêndio formulado pela equipe CSAR Pararescue uma das pioneiras em trazer para o airsoft esta modalidade:

Normas e Regras de RA aplicadas ao Airsoft - CSAR-RJ

Todas as missões para a ORT II se basearão nestas regras, esperamos que as equipes participantes leiam e ponham em prática na sua preparação estes conhecimentos pois só assim o realismo desejado proporcionará uma diversão inesquecível no cenário do airsoft nacional.

Para maiores detalhes desta empolgante modalidade, sugiro visitar o Blog  CSAR Pararescue, cheio de dicas e artigos interessantes para os amantes do Milsim.

CSAR Pararescue

Bons Treinos!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Instruções Iniciais da Op. Rio Traíra II




Organizador: North Recon
Data: 1 a 3 de março de 2014 (de 10:00 do dia 1 as 12:00 do dia 3)
Local: Belém-PA (aeroporto Val de Cans)
Ambiente: Selva , Construções abandonadas (CQB), rio (haverá uso de embarcações)
Número máximo de participantes: 70
Inscrições: mediante convite do grupo North Recon a equipes praticantes de milsim.inscrições individuais podem ser liberadas após análise do grupo organizador.Valor da inscrição será definido até o fim de novembro de 2013.
Exércitos: Os loadouts serão indicados posteriormente
Americanos: Seals, DEA
Colombianos: Rangers
FARCS
Al-Qaeda
Venezuela: Brigada Simon Bolivar
Brasil: Batalhão de Operações Especiais (EB) e Batalhão Tonelero (CFN)

Regras básicas:
1- haverá cronagem das armas e conferencia de notas fiscais
2- haverá formulário de inscrição dos participantes solicitando dados pessoais e, principalmente, dados médicos
3- todo participante deverá possuir proteção facial para combate em CQB.a organização se exime de qualquer responsabilidade em caso de acidentes provocados pelo não uso da proteção facial
4- apenas artefatos pirotécnicos que eventualmente sejam fornecidos pela organização serão permitidos
5- o uso de granadas, minas e lançadores de granadas que usem o lançamento de bb's ou mesmo dispositivo eletrônico será liberado.
6- haverá limite de magazines para pronto emprego (nos bolsos do colete e afins) de cada jogador.será permitido o uso de mochilas com carregadores extras.oportunamente serão divulgados os limites empregados no evento
7- haverá o uso de médicos nas missões
8- as regras de milsim aplicadas ao jogo serão amplamente divulgadas na ASB e no Blog do grupo North Recon

Condições sobre cronagem das armas:
Fuzis de assalto, Metralhadoras, Submetralhadoras, Shotguns, Pistolas. Teto máximo 400 FPS com munição de cronagem 0,20g.

DMR, Teto máximo 450 FPS, cronada com munição 0,20.Disparos de DMR serão permitidos a distancia maiores que 20 metros, os atiradores de DMR devem portar obrigatoriamente arma secundaria para possíveis disparos abaixo do limite de 20 metros.

Sniper. Teto máximo 500 FPS cronada com munição 0,20, durante o evento permitido utilização de munição igual ou superior a 0,25g.Disparos de sniper serão permitidos a distancia maiores que 30 metros, o atirador sniper deve portar obrigatoriamente arma secundaria para possíveis disparos abaixo do limite de 30 metros.

Instruções diversas
1- é fortemente recomendável que cada participante providencie as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde em caso de viagem para a região Norte do Brasil, além de ter em sua bagagem um kit médico para camping
2- por se tratar de jogo de 48 horas, os jogadores acamparão no local de jogo.logo,recomenda-se o uso de redes com mosqueteiro ou barracas.
3- em razão do tipo de terreno, recomenda-se o uso de botas de selva padrão EB ao invés de calçados "táticos" de cano curto.
4- por causa do forte calor, recomenda-se dobrar os meios de hidratação que cada participante possui (cantil,camelback,garrafas,etc).A água para hidratação será fornecida pela organização no local do jogo.
5- alimentação deve ser levada por cada participante.recomenda-se o uso de alimentos leves (frutas,barras de cereais,biscoitos integrais) e de fácil preparo (macarrão instantâneo,ração MRE)
6- será permitido (e recomendável) o uso de lâminas utilitárias,como facões, com o uso exclusivo para abrir caminho na vegetação e confecção de coberturas/abrigos na selva
7- por se tratar de jogo em ambiente de selva amazônica, é terminantemente proibido molestar/agredir a fauna local (exceto em caso de acidentes com animais/insetos peçonhentos que ofereçam risco à saúde do participante)

Mapa inicial:

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

História da Operação Rio Traíra II








Em 26 de fevereiro de 1991, um grupo de 40 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que se auto denominava "Comando Simon Bolivar", adentrou em território brasileiro, próximo a fronteira entre Brasil e Colômbia, às margens do Rio Traíra no Estado do Amazonas, e atacou de surpresa o Destacamento Traíra do Exército Brasileiro, que estava em instalações semi-permanentes e possuía efetivo muito inferior a coluna guerrilheira que o atacara. Operações de inteligência afirmam que o ataque foi motivado pela repressão exercida pelo destacamento de fronteira ao garimpo ilegal na região, uma das fontes de financiamento das FARC. Nesse ataque morreram três militares brasileiros e vinte e nove ficaram feridos; várias armas, munições e equipamentos foram roubados.
Imediatamente as Forças Armadas do Brasil, autorizadas pelo presidente Fernando Collor de Mello e com o conhecimento e apoio do Presidente colombiano César Gaviria Trujillo, deflagraram secretamente a Operação Traíra, com o objetivo de recuperar o armamento roubado e desencorajar novos ataques;
Força Aérea Brasileira:
A Força Aérea Brasileira apoiou a Operação Traíra, com seis helicópteros de transporte de tropas H-1H, seis aeronaves de ataque ao solo AT-27 Tucano e aviões de apoio logístico C-130 Hércules e C-115 Búfalo.1
Marinha do Brasil:
A Marinha do Brasil apoiou a Operação Traíra com um Navio Patrulha Fluvial, que ficou baseado em Vila Bittencourt, cooperando com o apoio logístico e garantindo a segurança daquela região.
Exército Brasileiro:
O Exército Brasileiro enviou suas principais tropas de elite, elementos de forças especiais e de comandos e do Batalhão de Forças Especiais (atuais 1º Batalhão de Forças Especiais e 1º Batalhão de Ações de Comandos), e também guerreiros de selva do até então 1º Batalhão Especial de Fronteira, para atacar a base guerrilheira que se encontrava em território colombiano, próxima a fronteira. Também apoiaram, militares do 1º Batalhão de Infantaria de Selva, principal unidade do Comando Militar da Amazônia. O Comando de Aviação do Exército se fez presente fornecendo o meio de transporte utilizado pelos combatentes empregados na missão, 4 helicópteros de manobra HM-1 Pantera, 2 helicópteros de reconhecimento e ataque HA-1 Esquilo.
Exército Colombiano:
O Exército Colombiano apoiou a Operação Traíra com o Batalhão Bejarano Muñoz, acredita-se que tenha bloqueado a rota de fuga dos guerrilheiros, caso tentassem fugir do ataque do Exército Brasileiro.
O saldo da Operação Traíra foi o de doze guerrilheiros mortos , inúmeros capturados, maior parte do armamento e equipamento recuperados, e desde então, nunca mais se soube de invasões das FARC em território brasileiro, e muito menos de ataques a militares brasileiros.

26 de Fevereiro de 2014, 23 anos após o episódio no Rio Traíra as FARCS continuam sua luta contra o Governo Colombiano de forma cada vez mais violenta contra a população civil daquele país. Antes sua luta era financiada pelos narcotraficantes e garimpeiros ilegais na Amazônia em busca de sossego e segurança para suas atividades ilegais.Mas há alguns anos as FARCS decidiram eliminar os intermediários e explorar diretamente essas atividades ilegais para financiar grupos em países vizinhos, de forma a enfraquecer a cooperação regional entre os governos.No Brasil financiam a Via Campesina e o MST, na Venezuela apóiam os Bolivarianos de Hugo Chaves e recebem destes armas modernas (especialmente mísseis antiaéreos portáteis) e possuem campos de treinamento usados com outros grupos como a Al-Qaeda.
Uma equipe de documentaristas da National Geographic, a princípio protegida por um pelotão especial de fronteira do Exército Brasileiro, é emboscada na selva e feita refém. Na ação, 2 jornalistas e 2 soldados brasileiros são mortos e seus corpos levados junto com os sobreviventes para uma base avançada das FARCS na fronteira entre Colômbia e Brasil.
Diferente da atuação no episódio anterior, o Governo Brasileiro reluta em tomar ação semelhante  pois o partido político na Presidência da República sofre constantes acusações de ter recebido verba de campanha das FARCS e dos grupos Bolivarianos da região.Assim,apenas os governos norte-americano e colombiano fazem pronunciamento contra a ação terrorista.Mas não ficarão apenas nas palavras...
Na mesma noite às 23:00 horas, hora local de Tabatinga-AM, uma equipe de Seals e Rangers do Exército Colombiano são inseridos por via fluvial a 10km do local de cativeiro pelo lado colombiano da fronteira e aguardam sinal verde para agir.Do lado brasileiro, contrariando totalmente a cadeia de comando, o General Oscar Filho em conjunto com o Almirante Barreira ordenam que  o 1º Batalhão de Operações Especiais e o o Batalhão Tonelero enviem contingente para apoiar a ação norte-americana em conjunto com forças colombianas.
Toda a Intel é fornecida por agentes do DEA norte-americano, que já monitoram a região há anos, e estão em estreito laço com comunidades ribeirinhas que desejam se livrar dos desmandos dos novos senhores da selva.
O que se deixa escapar na coleta de informações é que o Exército Venezuelano, através das Brigadas Bolivarianas, reforça a defesa da região com lançadores de mísseis terra-ar e farta distribuição de armamento e apoio logístico. Além da presença venezuelana há, ainda, a confirmação que as FARCS fornecem apoio e treinamento a grupos terroristas como a Al-Qaeda que usam a região como refúgio e ponto de reagrupamento na América Latina.
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Cenário perfeito para muita ação e drama no meio da selva amazônica, esta é a OPERAÇÃO RIO TRAÍRA II de 1 a 3 de Março de 2014,em Belém do Pará

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Belém do Pará

-Informações sobre a cidade:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bel%C3%A9m_%28Par%C3%A1%29

-Hotéis em Belém:
http://www.belemdopara.tur.br/hoteis-em-belem.html

Operação Rio Traíra II

Vem aí a primeira operação de 48 horas 100% milsim da Região Norte!
Prepare-se, pois em 2014 a selva será seu lar por 2 dias seguidos!
 Dicas úteis para quem pretende participar:
http://impressoes-de-viagens.blogspot.com.br/2010/10/antes-de-viajar-para-amazonia-cuidados.html
Este blog foi criado com o intuito de divulgar as atividades da equipe North Recon, de forma a incentivar a prática do esporte airsoft de forma saudável e dentro do permitido pela legislação atual.
Todos os equipamentos usados estão dentro do definido pela Portaria nº02/2010 COLOG EB.